Como Cuidar de Animais Abandonados

Não é raro termos conhecimento da prática de abandono animal. As redes sociais ajudam a disseminar as informações e os milhares de pedidos para resgatar um animal.

Nem todas as pessoas podem adotar um animalzinho de rua. Às vezes por problemas de saúde, por falta de tempo, às vezes por problemas financeiros, ou até mesmo já adotou alguns animais e já não tem mais espaço para mais um.

Resgatar um animal abandonado é um ato respeitável! E não se tornar tutor definitivo de um animal não é razão para não resgatá-lo.

Um cachorro sadio abrigado em uma casa pode viver em média 17 anos. Nas ruas, essa expectativa de vida chega a ser três vezes menor.  Os perigos são muitos. Sozinhos e sem proteção, eles estão sujeitos a atropelamentos, agressões, doenças e envenenamento.

É importante que você tenha em mente que, ao resgatar um animal abandonado, precisa se responsabilizar por ele do início até o fim. O resgate não se limita à remoção do animal, mas também implica a acomodação, a alimentação e todos os cuidados até que ele seja definitivamente adotado. Portanto, quem retira um animal da rua se torna responsável por ele.

O que fazer?

Se sua intenção não for adotar o pet resgatado, o primeiro passo é oferecer água e alimentação. Depois disso, busque ajuda e promova a adoção.

Tire boas fotos do animal, compartilhe o máximo possível, peça ajuda para os seus amigos, e compartilhe nos grupos locais da região e em grupos de apoio aos animais. 

Seu empenho às vezes pode demorar um pouco, mas se realmente você estiver empenhado na sua campanha o animal terá grandes chances de ser adotado.  

Você pode dar remédio anti verme (de acordo com a raça do cão) sempre que possível. É uma medicação barata e que faz toda a diferença na saúde dos animais. 

Uma coisa ótima que pode evitar muitos problemas é um bom banho. Você pode dar um banho no animal com um sabonete neutro. Isso com certeza fará bem para a pele dele e também trará bem estar. 

Se o cão ou gato for deslocado para um ambiente em que já existam outros pets, é interessante que ele fique isolado e que a apresentação seja feita com calma, para não gerar brigas. 

Por fim, para promover a adoção deste animal, ele deve estar vacinado e já castrado. Os CCZs (Centro de Controle de Zoonoses)  oferecem a castração gratuita e, também, a vacinação contra a raiva. As demais vacinas precisam ser feitas por clínicas cadastradas e por médicos veterinários.

O papel das ONGs

Existem muitas ONGs que se dedicam à proteção animal. Quase sempre, elas estão superlotadas de animais abrigados e não conseguem aceitar mais um durante o momento do resgate. Por isso a prática de lar temporário (ou lar transitório) tem sido tão requisitada nas redes sociais.

Não pode assumir o compromisso de ir sempre à ONG ou abrigo? Não tem problema. Muitas vezes, uma carona para levar ou buscar os animais no veterinário é tudo que eles mais precisam. Quem não tem carro, pode ficar em eventos de adoção, passar o dia no abrigo limpando tigelas ou simplesmente dando atenção e carinho para os mais carentes.

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